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Projeto social utiliza cultura popular e educação ambiental como método de ensino

Updated: Sep 23, 2022


Foto de Juliana Nallini


A Turma que faz é um projeto de arte-educação realizado na vila de São Jorge em Alto Paraíso de Goiás. Suas atividades ocorrem no contraturno escolar e atende 50 crianças e adolescentes em situação de risco social.   


Criado em 2003 pela musicista e arte-educadora Doroty Marques, com o apoio da Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge, o projeto possui uma prática pedagógica diferenciada que envolve atividades artísticas, culturais, esportivas, além de educação ambiental.


O contraturno acontece na sede da Associação dos Moradores da Vila de São Jorge (ASJOR), Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge e em escolas públicas e associações de Alto Paraíso de Goiás.


O processo de seleção prioriza crianças e adolescentes com idades entre 5 e 18 anos, beneficiários de programas de distribuição de renda do governo, em situação vulnerável e de risco social, bem como crianças e jovens acometidas por deficiência visual, auditiva, motora ou mental.


Os selecionados recebem a Bolsa Arte como estimulo para que permaneçam e se dediquem ao projeto.


Atividades desenvolvidas


Foto de Allyne Laís


A Turma que faz, têm acesso a inúmeras atividades ao longo do ano. Dentre elas estão: Esporte (corrida, futebol,  vôlei, capoeira, dança,  ginástica e artes circenses), artes visuais (pintura, cerâmica,  papel machê), teatro,  música (violão,  viola,  percussão e cantigas), educação ambiental,  robótica,  rimas do improviso,  literatura de cordel,  educomunicação (laboratório de formação de novos comunicadores) e brincadeiras coletivas.


Sobre Doroty Marques


Foto de Allyne Laís


A arte - educadora Doroty Marques já beneficiou mais de 200 mil crianças e jovens, além de 10 mil professores nos estados de Minas Gerais, Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Mato Grosso, Amazonas, Pará, Rondônia e Acre ao longo de 30 anos de trabalho.


Encontro de Culturas


Desde 2003, a Turma que faz se apresenta no palco do Encontro de Culturas de São Jorge.  É o grande momento para as crianças e jovens artistas passarem a mensagem que aprenderam durante o ano e mostrarem suas habilidades por meio de operetas populares.


Foto de Allyne Laís


O tema desse ano foi "Era uma Vez" que apresentou com canto,  música, dança e bonecos feitos por eles mesmos, os mitos universais: amor,  esperança,  paz,  sensibilidade,  carinho e preservação ambiental, que segundo as crianças e jovens,  são os responsáveis pelo equilíbrio na Terra.


Foto de Allyne Laís


Prêmios


O projeto recebeu em 2018 um prêmio de 2º melhor projeto de educação popular do Brasil do Itaú/UNICEF na categoria OSC em ação.


Além disso,  foi contemplado com o Prêmio do Projeto Criança Esperança, promovido pela UNESCO devido ao trabalho desenvolvido em prol dos direitos da criança e adolescente.


Foto de Allyne Laís


De acordo com os dirigentes da Turma que Faz, o projeto possui um processo pedagógico que mobiliza diferentes gerações, compartilha saberes e constrói alternativas. "Quando esse processo se dá permeado pela surpresa estética, então, há a possibilidade de desconstrução de práticas arraigadas e preconceitos".

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